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REDE SINODAL DEBATE MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO

    

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O professor César Castro e a professora Silvete Quadros, do Colégio Ipiranga, juntamente com Equipes Pedagógicas de 40 escolas da região Sul do Brasil, participaram do Encontro Nacional da Rede Sinodal, em Montenegro, nos dias 14 e 15 de junho.

O evento mobilizou as equipes diretivas e coordenações pedagógicas. O tema em debate foi a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Durante o evento, palestras e apresentação de cases abordaram as mudanças na área educacional do país, no Ensino Infantil, Fundamental e Médio. A Base Nacional Comum Curricular define um conjunto de 10 competências gerais que devem ser desenvolvidas de forma integrada aos componentes curriculares, ao longo de toda a Educação Básica. As competências foram definidas a partir dos direitos éticos, estéticos e políticos assegurados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais e de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores essenciais para a vida no século 21.

     As palestras propuseram um diálogo sobre a fundamentação e implicação da Base Comum Curricular nas escolas. É a primeira vez que o país passará a ter um currículo que abrangerá todas as instituições de ensino básico, e mudará o que será aplicado dentro das salas de aula. Se um aluno mudar de escola e até de região, por exemplo, ele deverá ter o mesmo conteúdo, podendo garantir o aprendizado, sem perder ou rever matérias já estudadas, desde que as escolas cumpram o que está determinado na BNCC e em seu Projeto Pedagógico.

     Diante dos desafios para a aplicação do novo currículo, os estados precisarão montar os seus projetos específicos, pois o documento irá conter 60% da base comum nacional e os outros 40% serão definidas no âmbito estadual. Outro desafio fundamental será as capacitações dos professores e a conscientização das famílias quanto às mudanças. Quando o estado e o munícipio definirem o currículo regional, as escolas deverão ajustar seu Projeto Pedagógico. A base dirá o quê fazer, mas não dirá como fazer. Isso levará a Escola e os professores a um grande comprometimento, pois a forma de atuação em sala de aula mudará. O professor terá liberdade de fazer, mas terá que garantir o resultado previsto na base. O Estado vai saber se as Escolas garantem a BNCC através da Prova Brasil, da ANA e do ENEM.

     O documento definirá que Matemática e Língua Portuguesa serão as disciplinas básicas do Ensino Médio. História, Geografia, Biologia, Física, Química e outras, entrarão como Ciências Humanas e Ciências da Natureza, porém, isso ainda continua sendo discutido em Brasília. A BNCC fala muito pouco em tecnologia, o que gera preocupação por estarmos num mundo cada vez mais moderno e tecnológico. Também, é importante que ela defina que tipo de cidadão o país quer formar. Essa definição deverá estar em convergência com o que a sociedade deseja, pois dessa forma o rumo educacional do país terá mais chance de dar certo. Por exemplo, a Coreia do Sul optou por um modelo tecnicista industrial, focando nas ciências naturais e na matemática. A Finlândia optou por um modelo criativo humanístico, buscando uma sociedade feliz através da cultura. As opções foram diferentes, mas podemos afirmar que os dois modelos deram certo. Se discute qual é o modelo mais adequado de cidadão que o país deseja. A pergunta que deve ser feita é: Que tipo de cidadão o país quer formar?

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